Estudo da Católica Porto

Uma investigação conduzida pela Universidade Católica do Porto concluiu que os portugueses têm vindo a substituir o peixe e a carne por conservas. As conclusões apontam para o facto de se tratar de um alimento saudável, económico e fácil de transportar, influenciando a escolha do consumidor.

O estudo “Consumo de Conservas de Peixe em Portugal” aponta que 60% dos inquiridos recorrem a este tipo de alimento como substituto integral de peixe ou carne nas refeições. Quanto às razões que originam o consumo, o estudo concluiu que 60% dos participantes fazem a substituição por considerarem a conserva um alimento saudável e 50% afirmam que o prazo de validade extenso influencia a decisão de compra. Cerca de 45 % destacam o facto de se tratar de um produto económico, e 42% dos inquiridos alertam para o facto de ser um bem alimentar de fácil transporte. No que toca à escolha da conserva, o estudo conclui que o atum é a conserva de eleição de 87% dos portugueses e que, no momento da compra, a nacionalidade do produto é determinante.

O estudo “Consumo de Conservas de Peixe em Portugal” foi conduzido pela Escola Superior de Biotecnologia(ESB) da Católica Porto, em parceria com a Associação Nacional do Industriais de Conservas de Peixe (ANICP).

Redação | WINE – A Essência do Vinho