Novidades também na adega, vinhas e restauração

A Fundação Eugénio de Almeida (FEA) renovou a imagem de uma das marcas mais emblemáticas que produz no Alentejo, o EA (as iniciais do nome do fundador, Eugénio de Almeida). Em simultâneo, anuncia que a partir de 60 hectares de vinha certificada como biológica nascem duas novas versões: EA Biológico branco e EA Biológico tinto. A gama EA completa-se com mais um branco, um rosé, um tinto e um tinto Reserva.

“Trata-se do culminar de um investimento de oito anos da FEA para produzir de uma forma mais amiga do ambiente”, reforça José Mateus Ginó, membro do conselho executivo da fundação. Mas, as novidades não se ficam por aqui. A adega, inaugurada em 2007 e que em 2015 contribui para a produção de mais de 4,5 milhões de garrafas, foi ampliada, aumentando para o dobro a capacidade de laboração. A área técnica passa a representar qualquer coisa como 13.000 m2. Os novos investimentos também não esquecem a origem de tudo, a vinha, que verá a área duplicada até 2018. Nesse ano, as vinhas da fundação representarão um total de 650 hectares.

De recordar que, em julho, a FEA tinha-se estreado na restauração. No centro histórico de Évora, junto ao Templo Romano e ao Fórum Eugénio de Almeida, abriu a Enoteca Cartuxa e no Páteo de São Miguel a Cafetaria do Páteo de São Miguel. Além destes segmentos de negócio, a FEA possui ainda produção de azeite, floresta, frutos secos e gado (bovino, suíno e caprino). Em 2015, a FEA obteve resultados líquidos superiores a três milhões de euros, um crescimento de mais de 300.000€  face ao ano anterior.

Redação | WINE - A Essência do Vinho