Foi lançada em 2009 mas apenas esta segunda-feira, em Lisboa, realizou um evento que reuniu o portefólio dos 14 parceiros que representa e a imprensa especializada portuguesa. Três anos volvidos, a Lusovini promete contrariar a tendência generalizada e apostar de modo mais incisivo no mercado nacional.

A estratégia, que Casimiro Gomes e Carlos Moura, os mais visíveis rostos da distribuidora, reconhecem como ambiciosa, passará por trabalhar o mercado da restauração, com políticas de promoção que sejam inovadoras e se traduzam em mais valias para esses espaços e as marcas de vinho. Neste momento, o mercado português representa apenas 25%  das vendas da Lusovini, que tem apostado maioritariamente em mercados externos: Angola, Brasil, Europa Central e do Norte, China, Estados Unidos e Moçambique. A atuação nos mercados da lusofonia motivou ainda a empresa a criar estruturas permanentes em alguns destinos, como são os casos da Lusovini Angola, Mozamvini (Moçambique) e Brasvini (Brasil), esta última em colaboração com o conhecido empresário Rui Costa e Sousa.

No restaurante Darwins, na Fundação Champalimaud, a Lusovini mostrou um total de 55 vinhos, muitos dos quais apenas disponíveis em alguns mercados de exportação. Álvaro de Castro (Dão), Alves de Sousa (Douro), Andresen (Vinho do Porto), Casa de Cello (Vinho Verde), Luis Duarte (Alentejo), Pedra Cancela (Dão) e Quinta da Alorna (Tejo) são, entre outros, alguns dos produtores que integram o portefólio da Lusovini.

JJS | WINE - A Essência do Vinho