É um dos temas que tem marcado a semana e com um coro crescente de reações negativas. O Governo decidiu diferenciar a idade mínima para consumo de álcool (18 anos para bebidas espirituosas e 16 para vinho e cerveja), mas clínicos e associações reprovam a diferença.

A ACIBEVE - Associação dos Comerciantes e Industriais de Bebidas Espirituosas e Vinhos emitiu um comunicado onde conclui que o diploma do Governo “não irá ter qualquer impacto e que, em alternativa, se deveria ter investido mais na fiscalização da atual legislação, em medidas de sensibilização, formação e educação dos condutores”. No documento enviado às redação, a ACIBEV refere ter já enviado aos ministros da Saúde e da Agricultura uma carta em que manifesta a posição sobre as alterações à lei do álcool e ao Código da Estrada.

“Sabendo que existem hoje estudo científicos que indicam que os menores de 18 anos não devem consumir bebidas alcoólicas, por prejudicar o seu crescimento e desenvolvimento, lamentamos que  o Governo tenha criado uma regra diferenciada de consumo para os diferentes tipos de bebidas alcoólicas, não assumindo para todos a regra da maioridade. Entendemos que se trata de um mau sinal passado aos jovens, de que certos tipos de bebidas alcoólicas são admitidas por menores de idade, assumindo que existe ‘bom e mau álcool’”, enfatiza a ACIBEVE.

Redação | WINE - A Essência do Vinho