Em 2013, a Lusovini aumentou o volume de negócios em 20% e duplicou os resultados operacionais consolidados no ano anterior. Os mercados externos continuam a ser os principais responsáveis pela faturação (70%) desta importadora, embora as vendas no mercado português tenham crescido ao mesmo ritmo.

"Para uma empresa que nasceu sobretudo para internacionalizar os vinhos portugueses é igualmente muito importante conseguir bons resultados no mercado nacional: este também cria riqueza e, sobretudo no canal restaurantes, tem sido uma área fascinante para as marcas e para os vinhos", explica Casimiro Gomes, presidente da Lusovini. Para o resultado global, Angola é o mercado que mais contribuiu (25%), embora o Brasil tenha ganho maior expressão no ano transato, muito por culpa da compra à Rui Costa e Sousa & Irmãos dos 50% restantes da distribuidora brasileira Brasvini, tornando-a detentora da totalidade da empresa. Relativamente ao produto importado, foi o Vinho do Porto o que mais cresceu, não tanto em volume mas nas referências de maior valor agregado, o que aliás justifica a abertura da Casa do Vinho do Porto em Angola, no passado mês.

Para este novo ano, Casimiro Gomes avança já que o objetivo é crescer mais 20%, seguindo "uma lógica de reinvestimento permanente, todo ele direcionado ao mercado e oferecendo listas de vinhos cada vez mais ambiciosas".

 

Redação | WINE-A Essência do Vinho