Numa pesquisa realizada pelo site UOL, o maior provedor de acesso à Internet no Brasil, 87,27% dos inquiridos são a favor da inclusão do vinho no grupo de bens considerados essenciais para a alimentação. O resultado vai ao encontro do Projeto de Lei 5965/13, defendido pelo deputado federal Edinho Bez, que tem por objetivo aumentar o consumo equilibrado e, por consequência, a produtividade, investimento, trabalho e renda para o setor, além de beneficiar o consumidor, que passaria a pagar menos.

“O benefício em Santa Catarina será enorme, tendo em vista a grande quantidade produzida no Estado, nas mais diversas regiões. Vale ressaltar que muitos desses municípios, e porque não dizer famílias, têm como principal fonte de rendimento a produção e comercialização do vinho. Com uma menor taxa de impostos, os produtores poderão investir mais nos negócios”, destaca Edinho Bez.

A medida baseia-se no que já acontece em muitos países da Europa, EUA, Argentina e Chile, onde a bebida é classificada como alimento e não artigo de luxo, sendo aplicada uma menor taxa de impostos. A aprovação desta medida no Brasil assegurará uma diminuição da carga tributária de 54% para 16% e uma redução do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços, de 25% para 7%. Os positivos reflexos económicos sentir-se-iam principalmente no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e no Vale do São Francisco, no Nordeste, onde está a maior parte da produção nacional.


Redação | WINE - A Essência do Vinho